quarta-feira, 1 de junho de 2011

ANÁLISE DO TEXTO: CINCO IDEIAS EQUIVOCADAS SOBRE ÍNDIOS - JOSÉ RIBAMAR BESSA FREIRE

EQUÍVOCOS 01 E 02

PRIMEIRO EQUÍVOCO: ÍNDIO GENÉRICO

Ao analisarmos o primeiro equivoco sobre a cultura indígena brasileira é denominarmos todos os indígenas como ÍNDIOS, incluindo neste pensamento que todos os indígenas são iguais, falam uma única língua, têm as mesmas crenças, enfim, tem uma única cultura, independente do lugar ocupam no território brasileiro.
Cada grupo indígena compõem uma etnia própria, exemplificado pela diversidade de línguas faladas, estimadas em 188 atualmente no Brasil, algumas delas aparentadas e outras totalmente deferentes; assim como a língua, as culturas destas mais de 200 etnias também são diversificadas, sendo que estas diferenças dever ser compreendidas e respeitadas.

SEGUNDO EQUÍVOCO: CULTURAS ATRASADAS

Este equívoco de considerar as línguas, as culturas, as religiões indígenas como inferiores a nossa cultura, é algo que ainda persiste em segmentos da nossa sociedade.
Não podemos considerar nossa língua portuguesa superior as 188 línguas faladas pelos indígenas, pois todas desempenham a mesma função de expressar ideias, pensamentos , ou seja, comunicar-se.
Assim como nós (sociedade Brasileira) temos comportamentos e até “calendário” pautados na religião cristã, todas as etnias detém sua crença e “vida social” pautada nela, celebrando épocas de colheita, caças, casamentos, funerais conforme seus princípios religiosos, sendo o local destas manifestações a principal construções das aldeias.

QUESTÕES DE GÊNERO NA ESCOLA E NO RECREIO: ARTICULAÇÕES POSSÍVEIS
Ileana Wenetz

O texto reflete as várias ações decorridas no recreio escolar, bem como estas ações interferem e/ou atuam na formação do caráter sexual dos alunos de terceira e quarta série de uma escola pública de Porto Alegre, RS.
Embora sejam consideradas apenas brincadeiras, estas ações carregam valores culturais que fomentam a formação do nosso caráter, interferindo de maneria decisiva no desenvolvimento e manifestação da sexualidade.

O GÊNERO NO ESPAÇO ESCOLAR

Embora o recreio não detenha regras explícitas, ele apresenta uma series de normas e rituais que norteiam a inclusão e formação dos alAo analisarmos o primeiro equivoco sobre a cultura indígena brasileira é denominarmos todos os indígenas como ÍNDIOS, incluindo neste pensamento que todos os indígenas são iguais, falam uma única língua, têm as mesmas crenças, enfim, tem uma única cultura, independente do lugar ocupam no território brasileiro.
Cada grupo indígena compõem uma etnia própria, exemplificado pela diversidade de línguas faladas, estimadas em 188 atualmente no Brasil, algumas delas aparentadas e outras totalmente deferentes; assim como a língua, as culturas destas mais de 200 etnias também são diversificadas, sendo que estas diferenças dever ser compreendidas e respeitadas.

SEGUNDO EQUÍVOCO: CULTURAS ATRASADAS
Este equívoco de considerar as línguas, as culturas, as religiões indígenas como inferiores a nossa cultura, é algo que ainda persiste em segmentos da nossa sociedade.
Não podemos considerar nossa língua portuguesa superior as 188 línguas faladas pelos indígenas, pois todas desempenham a mesma função de expressar ideias, pensamentos , ou seja, comunicar-se.
Assim como nós (sociedade Brasileira) temos comportamentos e até “calendário” pautados na religião cristã, todas as etnias detém sua crença e “vida social” pautada nela, celebrando épocas de colheita, caças, casamentos, funerais conforme seus princípios religiosos, sendo o local destas manifestações a principal construções das aldeias.


QUESTÕES DE GÊNERO NA ESCOLA E NO RECREIO: ARTICULAÇÕES POSSÍVEIS
Ileana Wenetz

O texto reflete as várias ações decorridas no recreio escolar, bem como estas ações interferem e/ou atuam na formação do caráter sexual dos alunos de terceira e quarta série de uma escola pública de Porto Alegre, RS.
Embora sejam consideradas apenas brincadeiras, estas ações carregam valores culturais que fomentam a formação do nosso caráter, interferindo de maneria decisiva no desenvolvimento e manifestação da sexualidade.

O GÊNERO NO ESPAÇO ESCOLAR

Embora o recreio não detenha regras explícitas, ele apresenta uma series de normas e rituais que norteiam a inclusão e formação dos alunos, denominada no texto como cultura oral do recreio, embora também incluam gestos, atitudes, além do vocábulo.
Também observa-se que o recreio, assim como todo o espaço escolar, manifesta atitudes presentes na sociedade, conforme relatado no texto, enquanto meninas maiores e menores ocupam diferentes espaços de forma “pacífica”, os meninos maiores impõem-se sobre os menores para ocupar o espaço desejado, embora esta regra de submissão ou violência não seja ligada ao gênero. O que esta ligado ao gênero seriam a maior ocupação do espaço pelos meninos e maior intimidade com um determinado espaço pelas meninas, entrelaçando assim questões de resistências, domínios e negociações.

O GÊNERO E AS BRINCADEIRAS NO RECREIO.

As habilidades e características apresentam parte biológica e parte sócio-cultural, constituídas por ações no espaço escolar, em especial, no recreio. Neste espaço escolar são manifestadas visões preconceituosas, sejam por partes dos alunos ou até por profissionais da escola, quanto a determinadas práticas, em especial, o ato de jogar futebol, atividade definida como exclusivamente masculina, sendo o fato de um determinado menino não jogar futebol ou de uma menina jogar futebol ter sua sexualidade questionada.

CONCLUSÃO

A conclusão da pesquisa da Mestre Ileana Wenetz apresentam formas não-formais ou não-didáticas de aprendizagem dos alunos que compõem e/ou subsidiará a formação do seu caráter, em especial, durante o recreio.
Embora passam despercebidos muitas vezes, o recreio apresenta uma ordem de distribuição de espaço e tempo quanto ao gênero e a idade/tamanho.
Aqui são manifestados imposição dos maiores sobre os menores, meninos sobre meninas, delimitando o espaço no que se define como uma “geografia dos gêneros”. São demostradas também o que se deve ou não ser feito por um menino ou menina, produzindo conceitos a partir de de atos ou ideias presentes no meio social que advém.


PROFESSOR ALCEU FERREIRA JUNIOR

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